1. As práticas de linguagem se
mantêm, mas é inserida a semiótica
No novo documento,
as habilidades estão agrupadas em quatro diferentes práticas de linguagem:
Leitura, Produção de Textos, Oralidade e Análise Linguística/Semiótica. uso.
2. Os campos de atuação ganham
destaque
A principal
contribuição dos campos de atuação ao documento é demandar protagonismo dos
alunos, mesmo os de anos iniciais, deixando bem clara a necessidade de
contextualizar as práticas de linguagem. Para isso, a base leva em conta os
campos:
- ·
da vida cotidiana;
- ·
da vida pública;
- · das práticas de estudo e pesquisa;
- · artístico/literário.
3. As diferentes práticas aparecem
mais conectadas
As habilidades de escrita
constantemente aparecem integradas com práticas linguísticas como as de leitura
e as de análise linguística/semiótica.
4. A gramática volta à cena
Na BNCC proposta é
que a gramática seja compreendida em seu funcionamento e que não seja tratada
como um conteúdo em si, de maneira descontextualizada das práticas sociais. A
memorização de regras deve ser substituída pela compreensão das formas de uso,
de acordo com a situação.
5. Diversidade cultural
A Base chama a
atenção para o cuidado que é preciso ter ao selecionar conteúdos que expressem
a diversidade cultural do nosso país no momento de planejar cada aula.
6. Interpretação e sentidos
A Base também
amplia, no campo da Análise Linguística e da Semiótica, a interpretação de
textos a partir das imagens, links e demais recursos que os compõem.
7. Leitura crítica
A Base sugere trabalhar para
capacitar o aluno a fazer uma leitura crítica e, inclusive, a fazer inferências
sobre a veracidade – ou não – dos fatos.
8. Uma nova maneira de ler e escrever
. A Base considera o potencial multissemiótico ou
multimodal dos textos, estimulando seu
estudo e produção, em classe.
9. Práticas de oralidade: objetivos
definidos.
A BNCC explicita a cada ano o que deve ser trabalhado, de
acordo com as práticas dos diferentes campos de atuação ou esferas sociais em
que os alunos estão inseridos.
10.
Liberdade na definição dos procedimentos didáticos
Na Base há um entendimento de que as redes e escolas
precisam ter autonomia para utilizar as metodologias que considerarem mais
apropriadas ao seu público, considerando a realidade local e regional, entre
outros parâmetros importantes.
Fontes: Cristiane Mori, professora do
Instituto Singularidades, Egon de Oliveira Rangel, professor do Departamento de
Linguística da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), Luciana Falciano
Oruz, analista pedagógica do Serviço Social da Indústria (SESI-SP), Maria José
Nóbrega, professora do curso de Especialização em Formação de Escritores do
Instituto Superior de Educação Vera Cruz e Marianka Santa Barbara, formadora de
professores na Comunidade Educativa CEDAC.

Nenhum comentário:
Postar um comentário